A psoríase é uma doença inflamatória crônica que pode afetar a pele, as unhas e, em alguns casos, as articulações. Embora não seja contagiosa, ela pode provocar coceira, descamação, desconforto e impactos importantes na autoestima e na qualidade de vida.
Além da forma mais conhecida, chamada psoríase vulgar ou psoríase em placas, existem apresentações como psoríase gutata, psoríase ungueal e psoríase palmo plantar. Por isso, reconhecer os sinais e buscar avaliação dermatológica são passos fundamentais para receber o diagnóstico correto e encontrar o tratamento mais adequado.

🧬 O que é psoríase?
A psoríase é uma doença inflamatória crônica e imunomediada. Isso significa que alterações no funcionamento do sistema imunológico aceleram o ciclo de renovação das células da pele.
Em uma pele sem a doença, as células são produzidas e eliminadas gradualmente. Na psoríase, entretanto, esse processo ocorre de maneira muito mais rápida. Como consequência, as células se acumulam na superfície e podem formar áreas elevadas, avermelhadas e descamativas, conhecidas como placas.
A doença costuma alternar períodos de melhora e de piora. Algumas pessoas permanecem meses ou anos com poucos sintomas, enquanto outras apresentam crises mais frequentes. A intensidade, a localização e o aspecto das lesões também variam bastante.
É importante destacar que a psoríase:
- Não é contagiosa;
- Não é causada por falta de higiene;
- Não é transmitida pelo toque;
- Pode aparecer em qualquer idade;
- Pode afetar pessoas de todos os tons de pele;
- Necessita de acompanhamento individualizado.
Além disso, atualmente a psoríase é compreendida como uma condição que pode ir além da pele. Algumas pessoas apresentam inflamação nas articulações, chamada artrite psoriásica, ou possuem maior frequência de determinadas alterações metabólicas e cardiovasculares. Portanto, o acompanhamento médico não deve se limitar apenas ao aspecto visual das lesões. A Organização Mundial da Saúde reconhece a psoríase como uma doença crônica não transmissível capaz de afetar a saúde física, emocional e social. OMS
🔍 Quais são as causas da psoríase?
A psoríase não possui uma causa única. Em geral, ela se desenvolve a partir da combinação entre predisposição genética, atividade do sistema imunológico e fatores ambientais.
Predisposição genética
Pessoas com familiares que possuem psoríase podem apresentar maior probabilidade de desenvolver a doença. No entanto, ter um familiar com o diagnóstico não significa que a pessoa necessariamente terá manifestações.
Da mesma forma, a psoríase pode surgir em indivíduos sem histórico familiar conhecido. Portanto, a genética é importante, mas não é o único fator envolvido.
Alterações imunológicas
Na psoríase, determinadas células e moléculas do sistema imunológico participam de uma resposta inflamatória persistente. Essa inflamação contribui para a multiplicação acelerada das células da pele e para o aparecimento das placas.
Por esse motivo, a psoríase é considerada uma doença imunomediada. Ainda assim, ela não é uma infecção e não pode ser transmitida para outras pessoas.
Fatores desencadeantes e agravantes
Alguns fatores podem iniciar ou agravar uma crise em pessoas predispostas. Entre os principais gatilhos da psoríase estão:
- Estresse emocional;
- Infecções, especialmente infecções de garganta por estreptococos;
- Cortes, arranhões, queimaduras solares e outros traumas na pele;
- Clima frio e baixa umidade;
- Tabagismo;
- Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
- Obesidade;
- Alterações hormonais;
- Suspensão inadequada de determinados medicamentos;
- Uso de alguns remédios, como lítio, betabloqueadores e certos antimaláricos.
As infecções de garganta merecem atenção especial porque podem anteceder episódios de psoríase gutata, sobretudo em crianças, adolescentes e adultos jovens. Entretanto, nem toda pessoa que apresenta uma infecção estreptocócica desenvolverá psoríase.
Outro fenômeno conhecido é o fenômeno de Koebner, no qual novas lesões aparecem em regiões que sofreram trauma, atrito, queimadura ou outro tipo de agressão.
Consequentemente, identificar os gatilhos pessoais pode ajudar a reduzir crises. Porém, isso deve complementar — e não substituir — o tratamento indicado pelo dermatologista. Os fatores desencadeantes reconhecidos incluem estresse, lesões na pele, infecções e determinados medicamentos. NIAMS
⚠️ Principais sintomas da psoríase
Os sintomas variam de acordo com o tipo de psoríase e com a região atingida. De modo geral, as manifestações mais frequentes são:
- Placas avermelhadas ou escurecidas;
- Descamação esbranquiçada ou prateada;
- Pele seca e com fissuras;
- Coceira;
- Ardor;
- Sensibilidade ou dor;
- Espessamento da pele;
- Alterações nas unhas;
- Lesões no couro cabeludo;
- Dor, inchaço ou rigidez nas articulações.
Em peles claras, as placas podem apresentar coloração rosada ou avermelhada. Em peles negras e pardas, por outro lado, as áreas inflamadas podem assumir tons violáceos, acinzentados ou castanhos. Além disso, depois da melhora da inflamação, podem permanecer alterações temporárias na pigmentação.
As regiões mais atingidas pela psoríase vulgar são couro cabeludo, joelhos, cotovelos e região lombar. Contudo, as lesões podem aparecer em praticamente qualquer parte do corpo.
🩺 Principais tipos de psoríase
Existem diferentes apresentações clínicas. Uma mesma pessoa pode manifestar mais de um tipo ao longo da vida.
🔴 Psoríase vulgar ou psoríase em placas
A psoríase vulgar é a apresentação mais frequente. Ela também é conhecida como psoríase em placas.
Caracteriza-se pelo surgimento de placas elevadas e bem delimitadas, frequentemente cobertas por escamas esbranquiçadas ou prateadas. As lesões podem causar coceira, ardência, sensibilidade e fissuras.
Elas aparecem principalmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e região lombar. Entretanto, também podem atingir braços, pernas, tronco e outras áreas.
Segundo a Academia Americana de Dermatologia, aproximadamente 80% a 90% das pessoas com psoríase apresentam a forma em placas. AAD
💧 Psoríase gutata
A psoríase gutata provoca pequenas lesões em formato de gotas. Em geral, surgem de maneira relativamente rápida e aparecem em maior número no tronco, nos braços e nas pernas.
Essa forma é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. Além disso, pode ocorrer após uma infecção de garganta, especialmente quando causada por estreptococos.
Em algumas pessoas, as lesões regridem após semanas ou meses. Em outras, entretanto, podem ocorrer novos episódios ou evolução para psoríase vulgar. Por isso, o acompanhamento dermatológico continua sendo importante mesmo depois da melhora inicial.
💅 Psoríase ungueal
A psoríase ungueal afeta as unhas das mãos, dos pés ou ambas. Ela pode ocorrer isoladamente, mas frequentemente acompanha lesões na pele.
Entre as alterações possíveis estão:
- Pequenos pontos ou depressões na superfície da unha;
- Manchas amareladas ou acastanhadas;
- Espessamento;
- Descolamento da unha;
- Acúmulo de material sob a lâmina ungueal;
- Unhas frágeis ou quebradiças;
- Dor ou sensibilidade.
Essas alterações podem ser confundidas com micose, trauma ou outras doenças das unhas. Portanto, o diagnóstico não deve ser feito apenas pela aparência.
A psoríase ungueal também merece atenção por sua associação com a artrite psoriásica. Isso não significa que toda pessoa com alteração ungueal desenvolverá inflamação nas articulações, mas sintomas articulares devem ser informados ao médico.
✋ Psoríase palmo plantar ou palmoplantar
A expressão psoríase palmo plantar é utilizada nas pesquisas para descrever a forma que afeta as palmas das mãos e as plantas dos pés. A grafia médica mais comum é psoríase palmoplantar.
As lesões podem apresentar espessamento, descamação, vermelhidão, fissuras e dor. Como mãos e pés são usados constantemente nas atividades diárias, até uma área aparentemente pequena pode provocar grande impacto funcional.
Em alguns casos, também podem aparecer pústulas estéreis, isto é, pequenas elevações com conteúdo que não é provocado por bactérias. Essa apresentação precisa ser diferenciada de infecções, dermatites, micoses e outras condições.
Por isso, quando há fissuras dolorosas, dificuldade para caminhar ou limitação do uso das mãos, recomenda-se procurar um dermatologista.
Outras apresentações
Também existem outras formas de psoríase:
- Psoríase do couro cabeludo: pode causar placas, coceira e descamação, às vezes confundidas com caspa ou dermatite seborreica;
- Psoríase inversa: aparece principalmente nas dobras, como axilas, virilhas e região abaixo das mamas;
- Psoríase pustulosa: produz pústulas não infecciosas e pode ser localizada ou generalizada;
- Psoríase eritrodérmica: forma rara e grave, com vermelhidão e descamação extensa;
- Artrite psoriásica: inflamação das articulações associada à psoríase.
A psoríase pustulosa generalizada e a psoríase eritrodérmica podem representar situações graves. Febre, mal-estar intenso, vermelhidão extensa, dor ou pústulas disseminadas exigem atendimento médico imediato.
🧪 Como é feito o diagnóstico?
Na maioria dos casos, o diagnóstico da psoríase é clínico. Isso significa que o dermatologista avalia o aspecto das lesões, sua distribuição pelo corpo e o histórico do paciente.
Durante a consulta, o médico pode examinar:
- Pele;
- Couro cabeludo;
- Unhas;
- Dobras;
- Palmas das mãos;
- Plantas dos pés;
- Articulações.
Também podem ser feitas perguntas sobre histórico familiar, infecções recentes, uso de medicamentos, início das lesões, coceira, dor e possíveis gatilhos.
Não existe um único exame de sangue capaz de confirmar todos os casos de psoríase. Contudo, exames laboratoriais podem ser solicitados para investigar condições associadas, avaliar o estado geral de saúde ou preparar o paciente para determinados tratamentos.
Quando a aparência das lesões não é típica ou existem dúvidas em relação a outras doenças, o médico pode solicitar uma biópsia. Saiba mais sobre as indicações e etapas desse procedimento no conteúdo da Derma Line sobre biópsia em dermatologia.
Entre os diagnósticos diferenciais estão dermatite atópica, dermatite de contato, dermatite seborreica, micose, pitiríase rósea, líquen plano e algumas doenças autoimunes.
Embora certas manifestações possam ser parecidas, os tratamentos são diferentes. Por exemplo, a dermatite atópica costuma envolver alterações importantes da barreira cutânea e possui uma abordagem terapêutica própria. Conheça também os tratamentos para dermatite atópica.
💊 Como é o tratamento da psoríase?
A psoríase é uma doença crônica. Atualmente, não existe uma cura definitiva para todos os casos, mas há diferentes formas de controlar a inflamação, reduzir as lesões e melhorar a qualidade de vida.
O plano terapêutico depende de fatores como:
- Tipo de psoríase;
- Extensão das lesões;
- Localização;
- Intensidade dos sintomas;
- Presença de artrite psoriásica;
- Outras condições de saúde;
- Idade;
- Resposta a tratamentos anteriores;
- Impacto na rotina e no bem-estar emocional.
Consequentemente, dois pacientes com lesões parecidas podem receber recomendações diferentes.
🧴 Tratamentos tópicos
Os tratamentos tópicos são aplicados diretamente na pele e costumam ser utilizados em quadros leves ou como complemento de outras terapias.
Entre as opções que podem ser prescritas estão:
- Corticoides tópicos;
- Análogos da vitamina D;
- Emolientes e hidratantes;
- Produtos queratolíticos;
- Inibidores da calcineurina para áreas selecionadas;
- Outras substâncias que ajudam a reduzir inflamação e descamação.
A potência, a formulação e o tempo de uso variam conforme a área tratada. Portanto, pomadas com corticoide não devem ser usadas indiscriminadamente, sobretudo no rosto, nas dobras ou por períodos prolongados.
☀️ Fototerapia
A fototerapia utiliza radiação ultravioleta em doses controladas e sob supervisão profissional. Ela pode ser indicada para determinados casos moderados ou quando áreas mais extensas estão comprometidas.
É importante não confundir fototerapia médica com bronzeamento artificial. Câmaras de bronzeamento não substituem o tratamento dermatológico e podem aumentar o risco de câncer de pele.
Além disso, tomar sol sem orientação não é um tratamento seguro. Embora a exposição controlada possa ajudar algumas pessoas, queimaduras solares podem agravar a doença e estimular o aparecimento de novas lesões.
💊 Medicamentos sistêmicos
Nos quadros moderados ou graves, ou quando regiões especiais são atingidas, podem ser prescritos medicamentos que atuam em todo o organismo.
As alternativas incluem medicamentos tradicionais, pequenas moléculas de uso oral e terapias imunobiológicas. A escolha depende das características do paciente, das contraindicações e das metas de tratamento.
Esses medicamentos podem exigir exames antes e durante o uso. Dessa forma, nunca devem ser iniciados, modificados ou interrompidos por conta própria.
O Ministério da Saúde possui um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para orientar o diagnóstico, o acompanhamento e o acesso aos tratamentos da psoríase no SUS. Ministério da Saúde
🦴 Tratamento da artrite psoriásica
Dor, inchaço, rigidez matinal, dedos inchados e alterações nas articulações não devem ser ignorados. Quando há suspeita de artrite psoriásica, o acompanhamento pode envolver dermatologista e reumatologista.
O tratamento precoce ajuda a controlar a inflamação e a reduzir o risco de danos articulares permanentes.
🌿 Cuidados que ajudam no controle
Além do tratamento prescrito, alguns hábitos podem contribuir para o controle das crises:
- Hidratar a pele regularmente;
- Preferir banhos mornos e mais curtos;
- Evitar esfregar ou retirar as escamas;
- Usar produtos suaves e adequados ao tipo de pele;
- Evitar coçar as lesões;
- Manter acompanhamento médico;
- Não fumar;
- Moderar o consumo de bebidas alcoólicas;
- Manter uma rotina de atividade física compatível com a saúde;
- Cuidar do sono e do estresse;
- Controlar o peso com orientação profissional;
- Observar possíveis gatilhos;
- Evitar a automedicação.
Não existe uma dieta única capaz de curar a psoríase. Entretanto, uma alimentação equilibrada e o controle do peso fazem parte do cuidado integral, principalmente quando existem alterações metabólicas associadas.
Da mesma forma, produtos anunciados como “cura natural” precisam ser avaliados com cautela. Até substâncias consideradas naturais podem irritar a pele, interagir com medicamentos ou atrasar o tratamento correto.
💡 Curiosidades sobre a psoríase
- A psoríase não é contagiosa e não passa pelo contato físico;
- Ela pode surgir em qualquer idade;
- Os sintomas podem desaparecer e voltar posteriormente;
- Traumas na pele podem desencadear novas placas;
- A psoríase gutata pode aparecer depois de uma infecção de garganta;
- As unhas podem ser afetadas mesmo quando existem poucas lesões cutâneas;
- Uma pequena área nas mãos ou nos pés pode causar grande limitação;
- Nem toda descamação no couro cabeludo é caspa;
- A doença pode afetar a autoestima, o sono e a vida social;
- O tratamento precisa considerar tanto a extensão das lesões quanto seu impacto na vida do paciente.
👨⚕️ Quando procurar um dermatologista?
Procure avaliação médica quando houver placas persistentes, descamação recorrente, alterações nas unhas, fissuras dolorosas, lesões no couro cabeludo ou sintomas que não melhoram com cuidados básicos.
Além disso, pessoas que já possuem o diagnóstico devem retornar ao médico quando:
- O tratamento deixar de funcionar;
- Surgirem efeitos colaterais;
- As lesões se espalharem rapidamente;
- Houver dor ou inchaço nas articulações;
- Aparecerem febre, mal-estar ou pústulas extensas;
- A doença estiver prejudicando o sono, o trabalho ou a saúde emocional.
O diagnóstico precoce ajuda a diferenciar a psoríase de outras doenças e permite planejar um tratamento individualizado. Para conhecer a abordagem clínica e as possibilidades de acompanhamento, veja a página sobre dermatologista em São Paulo.
❓ 10 perguntas e respostas sobre psoríase
1. A psoríase é contagiosa?
Não. A psoríase não é causada por bactéria, fungo ou vírus transmissível. Portanto, não passa pelo toque, por abraços, por relações sexuais ou pelo compartilhamento de objetos.
2. A psoríase tem cura?
A psoríase é uma doença crônica e ainda não existe uma cura definitiva para todos os casos. Entretanto, os tratamentos atuais podem controlar a inflamação e proporcionar períodos prolongados com poucas ou nenhuma lesão aparente.
3. Qual é a diferença entre psoríase vulgar e psoríase gutata?
A psoríase vulgar geralmente forma placas maiores, espessas e descamativas. Já a psoríase gutata produz pequenas lesões em formato de gotas, frequentemente após uma infecção de garganta.
4. A psoríase ungueal é uma micose?
Não necessariamente. A psoríase ungueal pode provocar espessamento, manchas e descolamento semelhantes aos observados em uma micose. Somente a avaliação médica e, quando necessário, exames complementares podem diferenciar as condições.
5. A psoríase palmo plantar pode dificultar atividades diárias?
Sim. Fissuras, descamação e dor nas palmas das mãos ou plantas dos pés podem dificultar caminhar, trabalhar, segurar objetos ou realizar atividades rotineiras. Por isso, essa forma pode ser considerada relevante mesmo quando ocupa uma área pequena.
6. O estresse piora a psoríase?
O estresse pode funcionar como gatilho ou fator de agravamento em algumas pessoas. Técnicas de manejo do estresse podem ajudar, mas não substituem o acompanhamento dermatológico.
7. Quem tem psoríase pode tomar sol?
A exposição solar controlada pode ajudar algumas pessoas, mas deve ser orientada pelo médico. Exposição excessiva e queimaduras podem piorar o quadro. Câmaras de bronzeamento artificial não são uma alternativa segura à fototerapia.
8. Psoríase pode causar queda de cabelo?
A psoríase do couro cabeludo não costuma destruir o folículo piloso. Entretanto, inflamação intensa, coceira, retirada agressiva das escamas e alguns hábitos podem causar queda temporária. O dermatologista deve avaliar outras possíveis causas.
9. Quem tem psoríase pode desenvolver artrite?
Algumas pessoas desenvolvem artrite psoriásica. Dor, inchaço, rigidez ao acordar, dedos inchados e desconforto em tendões ou articulações devem ser informados ao médico o quanto antes.
10. Qual é o melhor tratamento para psoríase?
Não existe um único tratamento ideal para todos. A escolha depende do tipo, da gravidade, das regiões afetadas, das condições de saúde e da resposta individual. O tratamento deve ser planejado pelo dermatologista e ajustado ao longo do acompanhamento.
✅ Conclusão
A psoríase é uma doença inflamatória crônica que pode se apresentar de diferentes maneiras. Psoríase vulgar, psoríase gutata, psoríase ungueal e psoríase palmo plantar possuem características próprias e podem exigir estratégias terapêuticas diferentes.
Embora não exista uma cura definitiva, atualmente há recursos para controlar a inflamação, reduzir as lesões e melhorar significativamente a qualidade de vida. Portanto, diante de manchas persistentes, descamação, alterações nas unhas ou sintomas articulares, procure um dermatologista.
Quanto mais preciso for o diagnóstico, maiores serão as possibilidades de escolher uma abordagem segura, individualizada e compatível com as necessidades de cada paciente.
Aviso: este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição médica.





