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A crioterapia com nitrogênio líquido é um procedimento amplamente utilizado na dermatologia para o tratamento de determinadas lesões da pele. A técnica utiliza temperaturas extremamente baixas para provocar o congelamento controlado do tecido que se deseja tratar. Dependendo do diagnóstico, pode ser indicada para verrugas, queratoses actínicas, queratoses seborreicas e outras alterações cutâneas.
Também conhecida, em determinados contextos, como criocirurgia, a crioterapia dermatológica costuma ser realizada no próprio consultório. Apesar de geralmente ser um procedimento rápido, sua indicação depende de uma avaliação médica cuidadosa, pois nem toda pinta, verruga, mancha ou lesão elevada deve ser destruída antes de se estabelecer o diagnóstico.
Por isso, antes de realizar uma crioterapia em dermatologia, o médico avalia o tipo de lesão, sua localização, profundidade, tamanho e características clínicas, além do fototipo e das condições de saúde do paciente. A partir dessa análise, é possível determinar se o congelamento com nitrogênio líquido é realmente a abordagem mais adequada.
A crioterapia com nitrogênio líquido utiliza o frio intenso para promover a destruição controlada de determinadas lesões da pele, sempre após avaliação dermatológica.

A crioterapia é uma técnica que utiliza temperaturas extremamente baixas para congelar tecidos selecionados. Na dermatologia, o nitrogênio líquido é um dos agentes mais utilizados para essa finalidade, podendo atingir aproximadamente −196 °C.
Quando aplicado de maneira controlada sobre determinada lesão, o frio intenso provoca congelamento rápido das células e alterações na microcirculação local. Como consequência, ocorre dano celular controlado no tecido tratado. Posteriormente, o organismo inicia um processo inflamatório e reparador, eliminando gradualmente o tecido submetido ao congelamento.
Por essa razão, a técnica também pode ser denominada criocirurgia dermatológica ou simplesmente criocirurgia. Apesar do termo “cirurgia”, frequentemente não são necessários cortes ou pontos: a destruição do tecido é realizada pelo congelamento.
Entretanto, crioterapia não significa simplesmente aplicar frio sobre a pele. Para produzir o efeito terapêutico esperado, o dermatologista precisa controlar diversos fatores, como o tempo de aplicação, extensão da área congelada, profundidade necessária, número de ciclos de congelamento e descongelamento e características da lesão.
Consequentemente, duas lesões aparentemente semelhantes podem receber tratamentos diferentes.
Durante a crioterapia em dermatologia, o objetivo é produzir uma lesão térmica controlada no tecido que precisa ser tratado. Quando o nitrogênio líquido entra em contato com a pele, ocorre uma queda extremamente rápida da temperatura.
Esse congelamento favorece a formação de cristais de gelo dentro e fora das células e provoca alterações capazes de levar à destruição do tecido tratado. Além disso, alterações nos pequenos vasos sanguíneos da região contribuem para o efeito terapêutico.
Depois do descongelamento, inicia-se uma resposta inflamatória local. É justamente por isso que, após a crioterapia, podem surgir vermelhidão, inchaço, sensibilidade e, eventualmente, uma bolha.
Nos dias seguintes, o tecido tratado pode escurecer e formar uma crosta. Posteriormente, essa crosta tende a se desprender à medida que a pele cicatriza.
Portanto, o resultado da crioterapia não precisa ser percebido imediatamente. Existe um processo de recuperação e renovação do tecido depois do procedimento.
A crioterapia com nitrogênio líquido pode ser utilizada no tratamento de diferentes alterações dermatológicas. Entretanto, sua indicação depende diretamente do diagnóstico.
Entre as condições que podem ser tratadas ou avaliadas para tratamento por crioterapia estão:
As verrugas são provocadas por determinados tipos do papilomavírus humano (HPV) e podem surgir em diferentes regiões do corpo. Dependendo do tamanho, localização, quantidade e características da verruga, o dermatologista pode considerar a crioterapia entre as possibilidades de tratamento.
O congelamento provoca destruição controlada do tecido da verruga. Entretanto, algumas verrugas podem necessitar de mais de uma sessão.
As queratoses actínicas são alterações da pele relacionadas principalmente à exposição solar acumulada ao longo da vida. Geralmente aparecem como áreas ásperas, descamativas ou crostosas, sobretudo em regiões frequentemente expostas ao sol, como face, couro cabeludo, orelhas, braços e dorso das mãos.
Como são consideradas lesões com potencial de evolução para carcinoma espinocelular em uma parcela dos casos, devem ser avaliadas pelo dermatologista. Para lesões selecionadas, a crioterapia pode ser uma das opções terapêuticas.
As queratoses seborreicas são lesões benignas bastante frequentes, principalmente a partir da meia-idade. Podem apresentar aspecto elevado, superfície irregular e tonalidade variável entre bege, marrom e quase preta.
Quando o diagnóstico está estabelecido e existe indicação para remoção, a crioterapia pode ser considerada em determinadas situações.
Dependendo do diagnóstico, a crioterapia também pode ser utilizada para outras alterações dermatológicas. Contudo, isso não significa que qualquer pinta, sinal ou lesão possa ser congelada.
Essa distinção é fundamental: uma lesão de diagnóstico incerto não deve simplesmente ser destruída, especialmente quando existe necessidade de obtenção de material para exame anatomopatológico.
Por isso, quando o dermatologista considera necessário preservar tecido para análise laboratorial, pode optar por uma biópsia, shaving ou outra técnica em vez da crioterapia.
Conheça também os procedimentos clínicos dermatológicos da Derma Line, que incluem diferentes técnicas para diagnóstico e tratamento das alterações da pele.
Esse é um dos pontos mais importantes quando falamos em criocirurgia dermatológica.
Diferentes doenças podem produzir lesões visualmente semelhantes. Uma pequena elevação na pele pode ser uma verruga, uma queratose seborreica, um nevo ou outra condição. Da mesma forma, uma área áspera ou descamativa pode apresentar diferentes diagnósticos.
Consequentemente, simplesmente congelar uma lesão porque ela “parece uma verruga” pode não ser apropriado.
Antes do tratamento, o dermatologista pode realizar exame clínico e, quando indicado, dermatoscopia. Se ainda existir dúvida diagnóstica ou necessidade de análise histopatológica, poderá ser recomendada uma biópsia ou outra forma de remoção que permita preservar tecido para análise.
A crioterapia é uma técnica destrutiva. Portanto, depois que o tecido é destruído pelo congelamento, geralmente não existe material adequado daquela área tratada para posterior avaliação anatomopatológica.
Essa é uma das razões pelas quais o diagnóstico deve preceder o procedimento.
A crioterapia com nitrogênio líquido costuma ser realizada em ambiente ambulatorial e, em muitas situações, o procedimento propriamente dito é rápido. Entretanto, a técnica varia de acordo com a lesão.
Inicialmente, o médico examina a lesão e determina se existe indicação para crioterapia. São avaliados fatores como diagnóstico, tamanho, profundidade, localização, quantidade de lesões, fototipo e condições clínicas do paciente.
Essa etapa também permite avaliar se existe necessidade de biópsia antes de qualquer tratamento destrutivo.
A região é preparada de acordo com o tipo de procedimento e a localização da lesão. Dependendo do caso, o dermatologista poderá realizar medidas adicionais antes da aplicação.
O nitrogênio líquido pode ser aplicado por diferentes técnicas, frequentemente por meio de um dispositivo que direciona o jato sobre a lesão.
O dermatologista controla cuidadosamente a área submetida ao congelamento e o tempo de aplicação.
A região torna-se temporariamente esbranquiçada devido ao congelamento. O médico pode realizar um ou mais ciclos de congelamento e descongelamento, dependendo da lesão tratada e do objetivo terapêutico.
Depois da aplicação, o tecido volta progressivamente à temperatura normal. Nesse momento, pode surgir sensação de ardência, queimação ou desconforto localizado.
A intensidade varia conforme a região, duração da aplicação, tamanho da área e sensibilidade individual.
Ao final, o paciente recebe orientações sobre higiene, proteção da região e evolução esperada da pele nos dias seguintes.
Na maioria dos casos, não são necessários pontos.
Durante a aplicação do nitrogênio líquido, é possível sentir ardência, queimação ou sensação dolorosa causada pelo frio intenso. Depois do descongelamento, também pode permanecer algum desconforto temporário.
A intensidade é variável. Uma pequena lesão tratada durante poucos segundos pode produzir sensação diferente de uma lesão maior ou de um procedimento que necessite congelamento mais profundo.
Além disso, algumas regiões do corpo apresentam maior sensibilidade.
O dermatologista avalia individualmente a necessidade de medidas adicionais para proporcionar maior conforto durante o procedimento.
Sim. A formação de bolha pode ocorrer após a crioterapia e faz parte da resposta inflamatória produzida pelo congelamento em alguns pacientes.
A bolha pode conter líquido transparente ou apresentar aspecto avermelhado ou arroxeado. Isso não significa necessariamente que tenha ocorrido uma complicação.
Posteriormente, ela tende a diminuir e pode ocorrer formação de crosta.
Entretanto, o paciente não deve furar, cortar ou manipular a bolha por conta própria. Caso ela fique muito volumosa, dolorosa ou apresente características diferentes daquelas explicadas pelo médico, recomenda-se entrar em contato com o serviço responsável pelo procedimento.
Os cuidados pós-crioterapia são importantes para favorecer uma recuperação adequada e reduzir riscos de complicações.
A higiene da área deve seguir a orientação fornecida pelo dermatologista. Em geral, é importante evitar traumatizar ou esfregar intensamente o local tratado.
Produtos abrasivos, esfoliantes ou potencialmente irritantes não devem ser aplicados sem orientação.
Se ocorrer formação de crosta, deixe que ela se desprenda espontaneamente.
Puxar ou raspar uma crosta antes do momento adequado pode provocar sangramento, aumentar a inflamação e interferir na cicatrização.
Caso surja uma bolha, não tente rompê-la em casa. A pele que recobre a bolha funciona temporariamente como uma proteção para a região.
Se houver necessidade de drenagem ou outro cuidado específico, isso deve ser orientado pelo profissional responsável.
A pele recém-tratada pode apresentar maior tendência a alterações de pigmentação. Portanto, a fotoproteção é especialmente importante quando o procedimento é realizado em regiões expostas.
Depois da cicatrização inicial, siga a orientação médica quanto ao uso de protetor solar e outras medidas de proteção física.
Ácidos, retinoides, esfoliantes e outros cosméticos potencialmente irritantes podem precisar ser suspensos temporariamente sobre a região tratada.
A retomada desses produtos deve respeitar a recuperação da pele e as orientações do dermatologista.
Antibióticos tópicos, corticoides, cicatrizantes e outros medicamentos não devem ser utilizados automaticamente após o procedimento.
Cada situação possui necessidades diferentes. Portanto, utilize somente aquilo que tiver sido especificamente recomendado.
O tempo de recuperação da crioterapia varia consideravelmente conforme a lesão, localização, extensão e profundidade do congelamento.
Nas primeiras horas, pode surgir vermelhidão e inchaço. Posteriormente, pode ocorrer formação de bolha. Ao longo dos dias seguintes, a região pode desenvolver uma crosta, que gradualmente se desprende durante a cicatrização.
Em áreas como a face, determinadas lesões superficiais podem apresentar recuperação relativamente rápida. Em regiões como mãos, pés e principalmente pernas, a cicatrização pode ser mais demorada.
Portanto, não existe um número único de dias aplicável a todos os pacientes.
Além disso, é importante diferenciar cicatrização da ferida de normalização completa da aparência da pele. Mesmo depois que a crosta desaparece, a área pode permanecer temporariamente avermelhada, mais clara ou mais escura que a pele ao redor.
A recuperação da pigmentação pode levar mais tempo que o fechamento da área tratada.
Alterações de pigmentação estão entre os possíveis efeitos da crioterapia.
A região tratada pode apresentar hipopigmentação, tornando-se mais clara que a pele ao redor, ou hiperpigmentação pós-inflamatória, ficando temporariamente mais escura.
O risco depende de diversos fatores, incluindo fototipo, profundidade do congelamento, localização da lesão, exposição solar e características individuais.
Em pessoas com pele mais pigmentada, essas diferenças de tonalidade podem ficar mais perceptíveis. Por isso, o dermatologista deve considerar o fototipo ao definir a indicação e explicar previamente as possíveis alterações.
Embora a crioterapia seja amplamente utilizada em dermatologia, nenhum procedimento que destrua tecido é completamente isento de efeitos adversos.
Além de dor, ardência, vermelhidão, inchaço, bolhas e formação de crostas, podem ocorrer alterações da pigmentação, sangramento, infecção secundária e cicatriz.
Dependendo da profundidade do congelamento e da localização, estruturas próximas também precisam ser consideradas durante o planejamento do procedimento.
Por isso, a crioterapia deve ser realizada com diagnóstico adequado e técnica compatível com a lesão que está sendo tratada.
Não existe um número padrão.
Algumas lesões podem apresentar resposta adequada após uma única aplicação, enquanto outras podem exigir sessões adicionais. As verrugas virais, por exemplo, podem necessitar de aplicações repetidas dependendo de tamanho, localização, espessura e resposta ao tratamento.
Além disso, a ausência de resposta pode levar o dermatologista a reavaliar o diagnóstico ou considerar outra abordagem.
Por essa razão, não é recomendável estabelecer antecipadamente um número fixo de sessões para todas as pessoas
Essas três técnicas podem ser utilizadas para determinadas alterações dermatológicas, mas funcionam de maneiras diferentes.
Na crioterapia, utiliza-se o frio extremo — geralmente nitrogênio líquido — para provocar destruição controlada do tecido.
Na cauterização química, aplica-se uma substância química capaz de produzir destruição controlada da área selecionada. Para compreender melhor essa diferença, veja nosso conteúdo completo sobre cauterização química em dermatologia.
Já no shaving dermatológico, a lesão é removida tangencialmente com um instrumento cirúrgico. Uma diferença importante é que, quando indicado, o tecido removido pelo shaving pode ser preservado e encaminhado para exame anatomopatológico. Saiba mais em nossa página sobre shaving dermatológico.
Portanto, não existe uma técnica universalmente melhor. A escolha depende do diagnóstico, da localização e profundidade da lesão, do objetivo do procedimento e da eventual necessidade de análise histológica
A tentativa de remover lesões sem diagnóstico dermatológico pode apresentar um problema importante: nem toda alteração que parece uma verruga realmente é uma verruga.
Além disso, técnicas de congelamento utilizadas sem controle adequado podem produzir queimaduras pelo frio, alterações pigmentares e cicatrizes.
Outro risco é destruir ou modificar uma lesão que deveria ter sido analisada antes do tratamento.
Por isso, diante de uma pinta, verruga, área áspera, lesão que cresce, sangra, muda de aparência ou não cicatriza, a conduta mais adequada é procurar avaliação médica antes de tentar removê-la.
Uma avaliação dermatológica é especialmente importante diante do aparecimento de uma lesão nova ou de alterações em uma lesão preexistente.
Mudanças de tamanho, formato ou coloração, sangramento espontâneo, feridas que não cicatrizam, crescimento progressivo, formação repetitiva de crostas ou sintomas persistentes justificam avaliação.
O objetivo inicial da consulta não deve ser simplesmente escolher como remover a lesão, mas determinar o diagnóstico.
Depois disso, o dermatologista poderá decidir entre acompanhamento, crioterapia, cauterização química, shaving, curetagem, eletrocoagulação, biópsia, excisão cirúrgica ou outra abordagem compatível com o caso.
Pode provocar ardência, sensação de queimação ou dor durante e logo após o congelamento. A intensidade depende da localização, tamanho da lesão, duração da aplicação e sensibilidade individual. O desconforto geralmente é temporário, mas o médico deve ser informado caso a dor se torne intensa ou persistente.
O período varia conforme profundidade, tamanho e localização da área tratada. Pequenas lesões superficiais podem evoluir ao longo de dias ou poucas semanas, enquanto determinadas regiões podem necessitar de mais tempo. Mesmo após a cicatrização, alterações temporárias de cor podem permanecer por um período maior.
Existe possibilidade de cicatriz, principalmente quando é necessário um congelamento mais profundo. Também podem ocorrer alterações de pigmentação, deixando a área temporária ou persistentemente mais clara ou mais escura. O risco deve ser avaliado individualmente.
Depende da lesão. Algumas alterações podem responder a uma única sessão, enquanto outras, como determinadas verrugas, podem exigir novas aplicações. O dermatologista avalia a resposta antes de decidir pela repetição do tratamento.
Durante a recuperação, recomenda-se atenção especial à exposição solar da região tratada. A inflamação pode favorecer alterações de pigmentação. Depois que a área permitir aplicação de fotoprotetor, o uso deve seguir a orientação do dermatologista, associado às demais medidas de fotoproteção.
A crioterapia com nitrogênio líquido é uma das técnicas disponíveis na dermatologia para o tratamento de determinadas lesões cutâneas. Também denominada criocirurgia em alguns contextos, utiliza temperaturas extremamente baixas para provocar destruição controlada do tecido selecionado.
Apesar de normalmente ser um procedimento ambulatorial e relativamente rápido, sua indicação exige avaliação médica. Isso ocorre porque diferentes lesões podem apresentar aparência semelhante, enquanto o tratamento apropriado pode variar consideravelmente.
Em determinadas situações, a crioterapia pode ser indicada. Em outras, pode ser preferível realizar cauterização química, shaving, biópsia, curetagem, eletrocoagulação ou excisão cirúrgica.
Na Clínica Derma Line, os dermatologistas podem avaliar a lesão, estabelecer a hipótese diagnóstica e determinar qual procedimento é adequado para cada situação.
A Derma Line possui unidades em Moema, Jardim Paulista, Higienópolis e Santo Amaro, em São Paulo.
Se você possui uma verruga, queratose, pinta ou outra alteração na pele, a avaliação dermatológica é o primeiro passo para definir se existe indicação para crioterapia em dermatologia ou para outra abordagem.
Central de Agendamento e WhatsApp: (11) 4240-7222
A crioterapia com nitrogênio líquido é um procedimento dermatológico baseado no congelamento controlado de determinados tecidos. O nitrogênio líquido atinge temperaturas extremamente baixas e permite que o dermatologista trate seletivamente algumas lesões da pele.
Verrugas virais, queratoses actínicas e determinadas lesões benignas estão entre as situações nas quais a técnica pode ser considerada. Entretanto, a indicação depende do diagnóstico e das características individuais de cada caso.
Depois da aplicação, podem ocorrer vermelhidão, inchaço, bolha e formação de crosta. A recuperação varia conforme a região e a profundidade do tratamento. Durante esse período, é importante evitar manipular a área e seguir as recomendações de higiene e fotoproteção.
Sobretudo, a criocirurgia não deve ser encarada simplesmente como uma maneira de “congelar uma pinta ou verruga”. O diagnóstico deve vir antes da destruição da lesão. Dessa forma, o dermatologista consegue selecionar a técnica mais apropriada e determinar se há necessidade de preservar tecido para exame anatomopatológico.