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A micose é uma infecção causada por fungos. Esses fungos vivem na pele, nas unhas, nos cabelos e nas mucosas. Eles encontram um ambiente bom para crescer nesses lugares. Esses microrganismos crescem muito em calor e umidade. Isso explica por que há muitas infecções em países tropicais, como o Brasil.
Embora muitas vezes a micose seja vista apenas como um problema estético, ela pode causar muito desconforto. Isso pode afetar a qualidade de vida. Em alguns casos, a micose pode se tornar resistente ao tratamento se não for tratada. Por isso, é fundamental compreender as diferentes manifestações clínicas, reconhecer os sintomas e buscar o tratamento correto o quanto antes.

A pitiríase versicolor, também chamada de “pano branco”, é uma das micoses superficiais mais frequentes.
Ela é causada pelo fungo Malassezia furfur, que faz parte da flora natural da pele, mas pode proliferar em excesso.
As lesões surgem, em geral, no tronco, braços, pescoço e rosto, apresentando-se como manchas claras ou acastanhadas, que descamam ao serem friccionadas.
Em pessoas com pele oleosa ou sudorese intensa, a ocorrência é ainda mais comum.
O tratamento envolve antifúngicos tópicos, como cremes e loções, e em casos de maior extensão, medicamentos orais podem ser necessários. A recorrência é frequente, por isso é essencial adotar medidas preventivas.
As tineas são um grupo de micoses. Elas são causadas por dermatófitos, que são fungos. Esses fungos se alimentam de queratina. A queratina é uma proteína que está na pele, nos cabelos e nas unhas.
Essas infecções podem se manifestar de várias formas:
👕 Tinea corporis: afeta a pele do corpo, formando manchas vermelhas arredondadas, com bordas bem delimitadas e descamação.
👶 Tinea capitis (impinge): localizada no couro cabeludo, é mais comum em crianças e pode provocar queda temporária dos fios, deixando falhas circulares.
👖 Tinea cruris (micose da virilha): causa erupções avermelhadas com bordas descamativas e coceira intensa, geralmente em ambientes úmidos da pele.
👟 Tinea pedis (pé de atleta): afeta principalmente os espaços entre os dedos dos pés, provocando rachaduras, descamação e mau cheiro.
Além do desconforto físico, as tineas podem se espalhar rapidamente para outras partes do corpo. Elas também podem contaminar pessoas próximas. Isso mostra como é importante fazer o diagnóstico cedo.
A candidíase é causada pelo fungo Candida albicans. Esse fungo vive normalmente em nosso corpo. No entanto, ele pode se tornar perigoso. Isso acontece quando o sistema imunológico ou as defesas da pele estão desequilibrados.
Suas manifestações variam bastante:
👶 Em bebês, pode aparecer como o sapinho, caracterizado por placas brancas na boca.
👄 Nos idosos, a queilite angular provoca fissuras dolorosas nos cantos da boca.
🌡️ Em regiões de dobras da pele, como virilha e axilas, surgem lesões avermelhadas e fissuradas.
🚺 Nas mulheres, a vaginite causa corrimento branco e coceira intensa.
🚹 Nos homens, pode provocar balanite, com inflamação e vermelhidão na glande.
Essa micose demonstra como o fungo pode se adaptar a diferentes locais do corpo, exigindo tratamentos específicos para cada situação.
As onicomicoses são infecções que atingem as unhas das mãos ou dos pés, mais frequentes em pessoas acima dos 55 anos.
As unhas tornam-se espessas, amareladas, quebradiças e podem se desprender parcialmente do leito ungueal.
Além do impacto estético, a infecção pode causar dor e dificuldade para atividades simples, como calçar sapatos.
O tratamento é geralmente longo, pois as unhas crescem lentamente, e pode incluir tanto medicamentos tópicos quanto orais. O acompanhamento médico é essencial, já que alguns antifúngicos orais exigem monitoramento laboratorial.
Apesar de cada tipo de micose apresentar características específicas, alguns sinais são recorrentes:
🤢 Coceira persistente, que pode piorar com calor e suor.
🧩 Manchas na pele, claras, escuras ou avermelhadas.
🧴 Descamação, rachaduras e lesões de aspecto áspero.
🦶 Fissuras doloridas entre os dedos dos pés.
💅 Alterações ungueais visíveis, como espessamento ou coloração anormal.
Esses sintomas podem se confundir com outras doenças de pele, tornando indispensável a avaliação médica para diagnóstico preciso.
A proliferação fúngica está associada a diversos fatores ambientais e individuais:
🌡️ Ambientes quentes e úmidos, ideais para o crescimento de fungos.
👕 Uso frequente de roupas sintéticas e apertadas, que dificultam a ventilação da pele.
👟 Permanência prolongada em calçados fechados, que acumulam suor.
🧼 Higiene inadequada ou compartilhamento de objetos pessoais.
💉 Doenças como diabetes, obesidade e condições de baixa imunidade.
💊 Uso prolongado de antibióticos, que alteram o equilíbrio da microbiota natural.
O conjunto desses fatores ajuda a explicar por que algumas pessoas apresentam micoses recorrentes, enquanto outras raramente desenvolvem a infecção.
O tratamento da micose é direcionado conforme o tipo, a extensão da lesão e a resposta individual ao medicamento.
🧴 Tratamento tópico: inclui cremes, pomadas, sprays e shampoos antifúngicos, indicados para casos localizados.
💊 Tratamento sistêmico: medicamentos orais são utilizados em infecções mais graves ou resistentes.
🔬 Exames complementares: podem ser solicitados para identificar o fungo específico e definir a estratégia terapêutica.
É fundamental que o tratamento seja seguido até o fim, mesmo quando os sintomas melhoram rapidamente. Interrupções precoces podem favorecer a recorrência da micose e até aumentar a resistência fúngica.
A prevenção é a forma mais eficaz de reduzir a incidência das micoses e evitar recidivas:
🛁 Higienizar bem o corpo e secar cuidadosamente após o banho, principalmente dobras e entre os dedos.
👟 Preferir calçados ventilados e evitar o uso contínuo do mesmo par.
🧦 Trocar meias diariamente, optando por tecidos de algodão.
👚 Usar roupas leves, largas e respiráveis, reduzindo a umidade da pele.
🚫 Evitar compartilhar toalhas, roupas íntimas, escovas ou esmaltes.
🏊 Usar chinelos em locais públicos úmidos, como vestiários, saunas e piscinas.
Esses hábitos simples fazem grande diferença no controle da proliferação fúngica.
O acompanhamento especializado é essencial em casos de:
❌ Falta de melhora após o uso de pomadas comuns.
📈 Expansão das lesões ou surgimento em novas áreas.
🔄 Persistência dos sintomas por semanas.
🧪 Pacientes com doenças crônicas ou baixa imunidade.
O dermatologista é o profissional preparado para realizar diagnóstico correto, indicar o tratamento adequado e orientar medidas de prevenção personalizadas.
As micoses são infecções fúngicas comuns, mas muitas vezes negligenciadas. Elas podem parecer problemas simples, mas quando não tratadas corretamente, causam desconforto persistente e impacto na saúde e autoestima. Reconhecer os sintomas, buscar ajuda médica e adotar medidas preventivas são passos essenciais para manter a pele, unhas e cabelos saudáveis.
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